O Poeta das cidades

10 de abril de 2012 § Deixe um comentário

“O poeta sabe-se apenas mais um indivíduo na cidade, numerado e computado,

requerendo para si um percurso que é o de todos. Caminhante como qualquer cidadão, atravessa

as mesmas ruas, anda nas mesmas avenidas, praças, feiras, supermercados, galerias, como se também

executasse o desejo expresso por Baudelaire de poder passear incógnito em Paris”

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