A Imaginação Poética, o Brincar e a Realidade na Literatura para Crianças

25 de outubro de 2010 § Deixe um comentário

Trenzinho do Bosque Sonhador

Aqui encontram-se discussões e reflexões sobre experiências de imaginação literária, de imaginação  com poesia, com escrita poética e imaginação poética.

Autores como Winnicott, pediatra e psicanalista infantil, Gaston Bachelard, filósofo da imagem, Júlio Cortazar, comparecem para compormos nosso pensamento sobre a escrita, sobre a escrita atualmente dirigida a crianças e sobre construção do livro infantil.

Por que se separa a escrita literária para crianças da escrita para adultos?

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Regina Gulla, 25 de outubro de 2010

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Vou cuidar de não espalhar retalhos, mas sim de indicar, com trechos de pensadores que me têm auxiliado, alguma direção para pensarmos a respeito dessa escrita destinada às crianças.

Presumo que uma entrada para essa sala de conversa sobre literatura para crianças, será um breve aporte  à questão do TEMPO, do Tempo da Escrita, do Tempo da Infância, do Tempo etário, do o Cronos e do Aion.

Tomo a liberdade de postar um texto que aprecio, e que cuida desses esclarecimentos, pois nasceu de umma questão do autor com a problemática curricular, e me parece mais um texto sobre o pensamento no poema, coisa que fazemos como ofício. Podemos, depois, prosseguir  iniciar com o aporte de Heráclito de Éfeso, referido no trabalho de Walter Omar.

um tempo que não é Chrónos mas Aión, como no fragmento 52 de Heráclito: “o tempo (Aión) é uma criança que brinca, seu reino é o de uma criança

Walter Omar Kohan

A meu ver há, pelo menos, três palavras no título que merecem destaque: infância, (re) pensar e currículo. Por uma questão de tempo e também de possibilidades vou me concentrar nas duas primeiras, na infância e no pensar. No final do texto farei algumas referências ao currículo.

Vocês devem conhecer o último livro do poeta mato-grossense, Manoel de Barros, intitulado Memórias inventadas. A infância. É um livro lindo, diferente, que foi lançado neste ano de 2003 pela Editora Planeta. Como o título o indica, são memórias, mais concretamente 16 curtas crônicas de uma memória que o poeta inventa. Antes de entrar nalguma delas quero me deter no título.

Vocês devem ter percebido que o título, Memórias inventadas, é um oximoro. Isto significa que se trata de dois termos em contradição, um parece negar o outro. Expressões semelhantes seriam, por exemplo, “sorvetes quentes”, “Amazônia pequena” ou “criança velho”. Em todos estes casos os dois termos parecem estar em contradição: se algo é um sorvete, então ele não poderia ser quente, por que se algo é quente então não poderia ser um sorvete; no caso da Amazônia, ela não pode ser pequena porque dentro do conceito de Amazônia estaria contido o conceito contrário ao de pequeno, já que a Amazônia é grande, imensa, exuberante; e o mesmo sucede com o conceito criança que parece conter notas que se opõem as da velhice. Nenhuma criança poderia estar na velhice para ser criança.

Deste mesmo modo, a memória seria algo da ordem da descoberta, da recuperação, da rememoração, em suma, algo da ordem da dês-invenção. Ao contrário, a invenção parece indicar o contrário, algo novo, que se inicia, que começa. A invenção seria algo da ordem da dês-memória e a memória algo da ordem do não inventado. A memória e a invenção puxariam em direções contrárias, encontradas, desentendidas.

Porém, me importa destacar que é precisamente nestas contradições que podemos pensar, se é que pensar tem a ver com criar e não apenas com reproduzir o já pensado. E precisamente quando nos situamos nesse espaço em que o já pensado parece impossível que estamos criando as condições para pensar outra coisa, algo diferente. O pensar é algo que fazemos sempre entre o possível e o impossível, entre o saber e o não saber, entre o lógico e o ilógico. Se estivéssemos situados na certeza firme do absolutamente lógico muito provavelmente não teríamos estímulo para pensar igual que se estivéssemos situados na absoluta certeza do que não responde a qualquer lógica. Quando pensamos estamos entre o lógico e o ilógico, não estamos situados completamente na lógica porque então não teríamos nada a pensar e não estamos completamente porque então não saberíamos por onde começar a pensar. É na tensão da contradição entre os dois extremos que algo nos força a pensar, nos faz perceber o sentido e o valor do pensar.

De modo que na contradição das memórias inventadas começamos a (re) pensar a memória: o que pode ser a memória se não fosse algo da ordem da recuperação, da cronologia contínua do passado, do presente e do futuro? O que outra coisa pode fazer a memória que não seja recuperar o passado? Talvez a memória possa ser, ao contrário, algo da ordem da ruptura com o passado e com a temporalidade contínua do modo linear da cronologia; talvez a memória possa ser algo da ordem do afastamento do passado, da recusa de outro tempo e da instauração de um novo tempo para pensar: um tempo que não é Chrónos mas Aión, como no fragmento 52 de Heráclito: “o tempo (Aión) é uma criança que brinca, seu reino é o de uma criança”. Neste sentido, o tempo da memória brinca, irreverente do passado, presente e futuro, abre cada vez, um novo início da não continuidade, do não progresso, da não evolução. Se assim o fosse a memória seria companheira e amiga da invenção, e poderia ser na memória que afirmássemos um novo início, que inventássemos um novo tempo, que pensássemos no que ainda não foi pensado. Poderá ser?

E depois das Memórias inventadas, lemos o subtítulo que também nos convida a pensar: a infância. Acometem-nos algumas perguntas infantis: É a infância que é inventada ou é a infância que inventa? São as memórias da infância ou a infância das memórias? É a invenção da infância ou a infância da invenção? Não preciso dizer que estas perguntas não estão colocadas para ser respondidas, mas para ser pensadas.

E depois do título e do subtítulo vem a epígrafe: tudo o que não invento é falso. Lindo, verdade? Parece fala de criança, primeira memória inventada, primeiro invento da memória, primeiro novo início. Estamos acostumados a pensar a verdade do lado da ciência, do lado da demonstração, da prova, da argumentação, da aquiescência, da conformidade, da concordância entre o discurso e a realidade. Aqui, ao contrário, a invenção é a produtora da verdade. O que significa que não há nada verdadeiro que não seja inventado, ou que só pode existir a verdade quando há invenção. O que não significa que toda invenção seja verdadeira, mas significa, diferentemente, que sem invenção não há verdade.

Talvez possamos agora entender melhor um dos “por quês” do título de memórias inventadas: por que se a invenção é a condição da verdade então não poderíamos ter memórias apenas descobertas e rememoradas, porque não poderiam ser memórias verdadeiras… E como poderíamos aceitar que a memória fique do lado da falsidade? Não há então como fugir da invenção se pretendemos mantê-nos do lado da verdade. A invenção torna-se assim não apenas possibilidade, mas condição epistemológica, estética e política do pensar. O poeta proclama assim o direito universal a inventar, com o prêmio inveterado das maiores verdades para as maiores invenções.

Bem, eu quero ler com vocês uma dessas memórias inventadas, lerei apenas uma como exercício de invenção, de pensar e de criança, como forma de exercitarmo-nos na verdade da invenção infantil. Vou lê-lhes a memória XIV, uma das últimas, que tem por título, “Achadouros”. Ela diz assim:

Acho que o quintal onde a gente brincou é maior do que a cidade. A gente só descobre isso depois de grande. A gente descobre que o tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas. Há de ser como acontece com o amor. Assim, as pedrinhas do nosso quintal são sempre maiores do que as outras pedras do mundo. Justo pelo motivo da intimidade. Mas o que eu queria dizer sobre o nosso quintal é outra coisa. Aquilo que a negra Pombada, remanescente de escravos do Recife, nos contava. Pombada contava aos meninos de Corumbá sobre achadouros. Que eram buracos que os holandeses, na fuga apresada do Brasil, faziam nos seus quintais para esconder suas moedas de ouro, dentro de grandes baús de couro. Os baús ficavam cheios de moedas dentro daqueles buracos. Mas eu estava a pensar em achadouros de infância. Se a gente cavar um buraco ao pé da goiabeira do quintal, lá estará um guri ensaiando subir na goiabeira. Se a gente cavar um buraco ao pé do galinheiro, lá estará um guri tentando agarrar no rabo de uma lagartixa. Sou hoje um caçador de achadouros de infância. Vou meio dementado e enxada à costas a cavar no meu quintal vestígios dos meninos que fomos. Hoje encontrei um baú cheio de punhetas.

Dentre as muitas coisas interessantes que tem esta memória inventada, vou me deter apenas em duas. A primeira está naquelas primeiras linhas onde se diz que, de grandes, “a gente descobre que o tamanho das coisas há que ser medido pela intimidade que temos com as coisas.” Descobrimos (ou inventamos?) que a intimidade é a medida do tamanho das coisas. Assim, na falta de intimidade o mar pode ser muito pequeno, menorzinho, imperceptível. Mas também ele pode ser aquela imensidade infinita na intimidade do pescador, do achador de infâncias marítimas, no inventor de memórias marinas.

A segunda idéia interessante está no título e em como ele repercute no meio do texto: “achadouros” é o lugar onde se acha ou encontra alguma coisa, de modo que estas memórias devem estar cheias desses lugares de encontro. E mais precisamente o que ao poeta interessa especialmente achar são lugares onde se encontra a infância ou, para dize-lo melhor, onde ele se encontre com (sua) infância. Ou com a infância? De modo que a memória não inventa, mas também encontra. Encontra o que inventa ou inventa o que encontra. Talvez isso também signifique pensar. Algo da ordem do achado, do encontro, da localização, da geografia.

A ruptura com o modo dominante de pensar a infância é violenta. Em educação, estamos acostumados a associar infância à primeira idade. A psicologia do desenvolvimento tem muito a ver com este costume. Pensamos os seres humanos atravessando estágios, etapas, fases. Esta travessia costuma ter o signo do progresso. Aparecemos ante nós mesmos como seres de ascensão. A infância seria o primeiro degrau. Esse degrau é associado a uma marca do ser em potência – e não em ato -, do que pode ser, mas ainda não é, do que virá a ser, claro, se acompanhamos a infância com um bom currículo, com uma “boa educação”. As crianças são potenciais cidadãos, potenciais democratas, potenciais seres éticos, enfim, vocês podem escolher as potências que mais lhes agradem. As crianças, pensa-se, são pura potência. Pode-se colocar na sua formação as melhores intenções e desenvolver com elas os mais finos projetos. Não nos interessa o detalhe da especificidade, mas sim que se trata sempre de potências definidas desde uma exterioridade à própria infância.

A pergunta-fórmula “o que você vai ser quando crescer (ou for adulto)?”, com a qual costumamos martirizar as crianças escolarizadas, simboliza toda uma relação com a infância: o “vai ser” esconde uma potencialidade e uma ausência: “vai ser” significa que a criança pode ser alguma coisa no futuro e isto só faz sentido na medida em que ela ainda não é isso no presente. Estas são as duas formas prediletas de negar o que a infância é: afirmar seu ser em potência e sua ausência de ser em ato.

Nos “Achadouros da Infância”, nessas memórias inventadas, achamos uma outra visão da infância. Não encontramos o que a infância pode ser ou não é, mas o que ela é. Inventamos ou achamos uma imagem da infância como símbolo da afirmação, figura do novo, espaço de liberdade.

Vamos explorar esses achadouros com algumas idéias de Giorgio Agamben, tradutor italiano de W. Benjamin. [3] Agamben inventa uma ligação axial entre a experiência, a linguagem, a história e a infância (2000/1978). Infância e linguagem se remetem uma a outra. Na infância, o ser humano se constitui como sujeito na linguagem e através da linguagem. Na medida em que o ser humano não chega ao mundo já falando, a infância é ausência e busca de linguagem; é na infância onde se dá essa descontinuidade especificamente humana, onde se produz a passagem da língua à palavra (Saussure), da semiótica à semântica (Benveniste) ou do sistema de sinais ao discurso. É na infância onde cada ser humano se apropria da linguagem e faz do sistema de sinais adquirido um discurso com sentido, isto é, se constitui em sujeito da linguagem ao dizer “eu”. A infância, carente de linguagem, é também sua condição de emergência.

Ademais, nesta descontinuidade entre o lingüístico e o humano, entre a semiótica e a semântica, Agamben encontra a historicidade do ser humano. Se o ser humano é um ser histórico, o é porque tem infância, porque a linguagem não lhe vem dada “por natureza”, mas porque tem que aprender a falar (desde que nasce), porque não fala desde sempre (porque não é falado desde sempre pela linguagem), mas porque fala e é falado submergido numa história. Se não há possibilidade de que o ser humano seja a-histórico, é precisamente porque não vem ao mundo já falando, porque tem que aprender a falar (a falar-se, a ser falado) numa infância que não pode ser universalizada nem antecipada. No humano, mais do que uma etapa da vida, a infância é sobre tudo condição da história.

Por outro lado, a infância remete também à experiência. A experiência é a diferença entre o lingüístico e o humano, entre o dado e o aprendido, entre o que temos e o que não temos ao nascer. Deste modo, que o ser humano não nasça já falando, que tenha infância, que seu falar e ser falado não esteja determinado de antemão, é o que constitui a experiência, o que a torna possível. É na experiência, na infância como experiência, que o ser humano se constitui como ser histórico.

Nos importa destacar que não se trata apenas de uma questão cronológica. A infância não funda a história e se retira dela. A experiência e infância não antecedem simplesmente à linguagem e deixam de existir uma vez que o ser humano acede à palavra, ou é acesso por ela. Agamben afirma que uma e outra são condições originárias, fundantes, transcendentais, porque não há humanidade (condição de ser humano) sem elas, não há sujeito que possa falar (ou ser falado) sem elas (2000/1978, p. 68). Num certo sentido, estamos sempre aprendendo a falar (e a ser falados), nunca “sabemos” falar de forma definitiva (ou somos totalmente “sabidos” pela linguagem), nunca acaba nossa experiência da e na linguagem. Quando acreditamos sabê-lo todo, nos voltamos natureza. Deixamos de pensar. Abandonamos a infância. Já nada podemos inventar. Sem experiência da infância, somos natureza inerte, normalidade do mesmo repetida até o infinito. Assim, experiência e infância (experiência da infância, infância da experiência) são condições de possibilidade da existência humana, sem importar sua idade.

Como positividade, a infância é um devir múltiplo, uma produtividade sem mediação, a afirmação de que não há nenhum caminho pré-determinado que uma criança deva seguir, nenhuma coisa em que ela deva se tornar: a infância “apenas” é um exercício imanente de forças. [4] Leiamos, nesta homenagem a Deleuze, a infância achada numa outra invenção: “Crianceira é devir, não delimitada por algum pacto social, nem algo que desapareça pelo fato de se encontrar “adulto”. Devir que não se captura por nenhum estado de adulto, devir que se capacita sempre por expressões longe de equilíbrio. Digamos, procura incessante de novos mapeamentos, encontro real-imaginário. Crianceira se constitui de multiplicidades em processo, diferença enquanto o eu experimenta a vida.”. (1996, p. 90-96)

“Crianceira” é uma palavra inventada. Claro, não poderia não sê-lo, tratando-se da infância. Na infância aprendemos a ler. Leiamos este texto como lemos na infância, inventemos uma forma de ler de olhos abertos: a infância é devir; sem pacto, sem falta, sem fim, sem captura; ela é desequilíbrio; busca; novos territórios; nomadismo; encontro; multiplicidade em processo, diferença, experiência. Diferença não numérica; diferença em si mesma; diferença livre de pressupostos. Vida experimentada; expressão de vida; vida em movimento; vida em experiência.

Volto a repetir. A infância não é (apenas) questão de idade. É condição da experiência. Uma condição a ser alcançada ou inventada, se a temos perdido. Como diz Sandra Corazza, numa outra homenagem a Deleuze, com relação aos artistas: “transformar-se em criança é extrair partículas infantis dos acontecimentos em que entram, daquilo que estão em vias de se tornar e através das quais se tornam impessoais” (2003, p. 97) [5]

Ou como diz o próprio Deleuze pensando nos escritores e na literatura:

“(…) A tarefa do escritor não é vasculhar os arquivos familiares, não é se interessar por sua própria infância. Ninguém se interessa por isso. Ninguém digno de alguma coisa se interessa por sua infância. A tarefa é outra: tornar-se criança através do ato de escrever, ir em direção à infância do mundo e restaurar esta infância. Eis as tarefas da literatura.” (“E como enfance (infância)”, 2002/1997, s/p)

Recuperar a infância no ato de escrever significa afirmar a experiência, a novidade, a diferença, o não determinado, o não previsto e imprevisível, o impensado e o impensável;  significa inventar as palavras e a forma de encontrar as palavras e de que as palavras se encontrem; permite pensar um devir-criança singular que busca encontros e resiste aos agenciamentos individualizadores e totalizadores, um movimento na criancice (outro invento? Saibam compreender) que aposta na singularidade de todo acontecimento.

A tarefa parece ser não só a de encontrar uma infância para si, mas ir ao encontro da infância do mundo e restaurá-la. Buscar propiciar relações “infantis” com os outros e com o mundo, encontrar o que o mundo tem de novo, inventar um novo mundo, encontrar um outro mundo.

Essa perspectiva parece ultrapassar, amplamente, os limites da escrita. Pergunto-me, pergunto-lhes se diz respeito à educação e ao currículo. Pergunto-me, infantilmente, o que seria, em vez de pensar um currículo para as crianças, pensar um currículo infantil. O que seria achar uma nova infância para o currículo?

Chegamos assim ao ponto culminante de nossa intervenção infantil, à invenção de uma ruptura com um modo dominante de pensar a infância e o currículo. Longe de pensar um currículo para educar a infância estamos pensando uma infância que eduque ao currículo.

Para isso talvez precisamos de uma memória inventiva e de um pensamento disruptor, infantilmente inventor. Para isso, talvez precisemos esquecer nossa obstinação por educar as crianças e alimentar nossa paixão de encontrar infâncias que nos eduquem. Fazer de nossos

ensinares e aprenderes achadouros perenes de infâncias, espaços de memórias inventadas, em outras palavras (inventadas), lugares onde sempre e cada vez será possível encontrar uma invenção, uma idéia nova, de novo, uma idéia. A infância o merece. O mundo o exige.

Referências Bibliográficas

AGAMBEN, Giorgo. Infancia e historia. Trad. Cast. Buenos Aires: Adriana Hidalgo, 2001/1978.

BARROS, Manoel de. Memórias inventadas. A infância. São Paulo: Planeta, 2003.

CORAZZA, Sandra. “Infancionática”. In: TADEU, Tomaz, CORAZZA, Sandra. Composições. Belo Horizonte, Autêntica, 2003.

DELEUZE, Gilles. “L´Acécédaire de Gilles Deleuze”. Paris: Editions Montparnasse, 1997. Legendado e emitido pela TV Escola, MEC, Brasília, DF, 2002. Vídeo.

KATZ, Chaim Samuel. Crianceira. O que é a criança. Cadernos de Subjetividade. São Paulo: PUC, 1996, p. 90-96.

KOHAN, Walter Omar. Infância. Entre educação e filosofia. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.


[1] Texto apresentado no I Fórum Amazônico de Educação, “O pensamento Brasileiro em Currículo”, Belém, Pará, 24-6 de Outubro de 2003.

[2] Professor Titular de Filosofia da Educação do Programa de Pós-Graduação em Educação e Pesquisador do Laboratório de Políticas Públicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). E-mail: walterk@uerj.br

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